sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Nhoc do dia 29 sem ovos, é claro!


Pois é, essa estória de fazer nhoc todo dia 29 pra trazer fortuna cai muito bem para os amantes dessa deliciosa massa italiana que faz successo, é levinha e bem versátil na versão batata, mandioquinha(ou batata barôa pra quem tá no Rio)inhame ou aimpim (macacheira, mandioca...)

Lembrando que essa medida que vou passar pra vcs serve bem apenas dois adultos. Eu costumo triplicar a receita, o que pode deixar 4 adultos bem satisfeitos.:D

1 Kg de batata
5 colheres (sopa) de farinha de trigo
5 colheres (sopa) de amido de milho
1 colher (rasa)de manteiga

É só cozinhar a batata, espremer, juntar os outros ingredientes e pra quem não tem nhoqueira como eu, põe a massa num saquinho de leite ou trigo, corta a pontinha do saco e vai jogando as bolinhas numa panela de água fervendo com um fio de óleo.
Quando as bolinhas começarem a subir,vai retirando da água, lavando num escorredor de macarrão e despejando numa travessa.

Por fim, regue a massa com molho de sua preferência, salpique queijo ralado fresco e leve ao forno pra gratinar.

Eu sugiro o molho bechamel(receita aqui no blog) ou molho de tomate com azeitonas pretas e mangericão.

Bon apetite!

domingo, 13 de setembro de 2009

domingo, 30 de agosto de 2009

Ser humano ou Ser urbano?

Dia desses estava eu contando pro meu marido que havia uma comunidade num site de relacionamentos cujo nome era “Eu odeio praia”. Daí, eu fiquei questionando a que ponto o ser humano chegou. Odiar a própria natureza e se declarar membro de um fórum onde milhares de pessoas têm o mesmo tipo de repulsão. Ora, ora... Teria o ser humano se tornado um ser deliberadamente urbano? Tomar banho de chuva, de rio, de mar, subir em árvores, olhar pro céu, contemplar as estrelas, pisar na terra, plantar, colher...Acho que esses verbos ficaram quase que em desuso. Ao perguntar pra um colega do meu filho se ele queria compartilhar com a gente um prato de nhoc caseiro naquela mesa com cara de família feliz de Sábado à noite, o menino me responde: “Não tia, prefiro o nhoc industrializado que é desidratado e mais saboroso.” Eu vi que a coisa é muito mais séria do que eu pensava. Vai muito além dos verbos que desaproximam o homem da natureza conduzindo o humano ao urbano.
Sempre acreditei que a simplicidade reside nas pequenas coisas. E que essas sim, trazem um certo estado de contentamento. Mas o que são as pequenas coisas? Cabe àquele que lê encontrar os seus próprios gigantes nas pequenezas da vida.
Ser humano, que ficou urbano, que se incomoda com a areia do mar, mas que desfruta da barulheira do bar, da fumaça do ar. Que se incomoda com a água salgada, mas que ama a vida agitada, a cerveja gelada. Que não gosta do calor do sol mas que adora tomar leite de caixinha com formol. Que acha asqueroso as algas, as águas vivas, os tatuís...e não liga de ver crianças sem lar tomando banho de chafarís, sem nunca ter lido gibis, com dedo sempre apontado pro seu nariz. Quanto moleque infeliz! ...Ai...quantos pingos nos is! E as multidões das praias? Ah...melhor encarar as multidões dos bancos, das filas de supermercado, do trânsito agitado, do show mais badalado. E o cheiro de maresia? Bem,o cheiro daquela poluição preta que empreguina as cidades é muito mais aceitável pro meu nariz... O cigarro, a fritura, a fumaça, o perfume Francês que a madame usa, comida de fast food, montanha de lixo inútil, tô cheia de gente fútil.
Ah, se tudo parasse por aí e que mesmo urbano ainda fosse possível o SER humano. Mas acho que todo esse contexto cruel, de viver em caixinhas apertadas, correr atrás disso , daquilo, não ter tempo pra nada, perder o sono na madrugada, ouvir os ditames do sistema, levar meses pra ler um poema, escolher um Deus que é melhor que o outro, não olhar pro céu, não gostar de praia, ter medo de ir pro mato, de ouvir o silêncio, se irritar com o canto do Bem te vi, se sentir seguro em multidões dos que se olham e não se vêem, conhecer a natureza pela televisão, comer nhoc desidratado e aquelas coisas enlatadas que as pessoas chamam de comida...Acho que tudo isso, apenas faz desumanizar àquele ser urbano que carece de SER humano.

OBS: A comunidade intitulada “ Eu odeio praia” que me inspirou a escrever esse texto possui 9.405 membros.

domingo, 9 de agosto de 2009

Cheese cake


Essa receita rende bem. Com as medidas a seguir, você poderá fazer duas tortas de sabores diferentes.

Para a massa:

125 g de aveia fina
250 g de trigo
150 g de manteiga em temperatura ambiente
50 g de açúcar
1 colheres de sopa de essência de baunilha

Misture todos os ingredientes acima e forre o fundo de duas formas com laterais removíveis. Deixe dourar no forno médio e reserve.

Recheio:

1 ricota inteira
1 lata de leite condensado

Misture bem e leve ao fogo até levantar fervura

Despeje na massa já assada e cubra com geléia de fruta à gosto. Eu particularmente, gosto muito das geléias de morango e damasco.

Por fim, decore com chantily e leve à geladeira por algumas horas.

É uma excelente sobremesa!

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Tapioca recheada


Gente, fazer tapioca caseira é muito legal , muito bom e não precisa nada daquelas farinhas de goma de mandioca que só se acha em feira do Nordeste...Graças à minha amiga, a renomada cozinheira Visnu Prya, descobri que só com polvilho azedo e água já dá certo. Vamos a receita?

Misture 500 g de polvilho azedo com 300 ml de água.......Vai formar uma massa em goma e daí é só passar toda a massa numa peneira (pode ser uma simples de suco mesmo). O pó peneirado é levado a uma frigideira quente onde irá se unir formando a tapioca que pode ser recheada (à gosto) e dobrada no próprio fogo.

Depois é só alegria...dá pra chamar os amigos e fazer um festival de sabores de tapioca...especialmente se for Ekadasi...rsrsrs

quinta-feira, 30 de julho de 2009

CUCA DE BANANA


Essa receita é realmente muito especial. Por onde passo nos últimos 2 meses tenho feito esse delicioso bolo feito com doce de banana e farinha integral e tenho visto muita gente fazer "hummmm" pra lá e pra cá. Copia essa que vale muito a pena.

Primeiro você faz um doce de banana d'agua (1 dúzia tá bom) com açúcar mascavo. (não precisa de nem uma gota de água). Em seguida forre uma forma redonda média com o doce e jogue a massa por cima.

A massa é o seguinte:

Bater no liquidificador 1/2 xícara de óleo, 2 colheres (sopa) cheias de manteiga, um copo de iogurte natural e duas xícaras de açúcar mascavo. Derrame numa tigela e acrescente 3 xícaras de farinha de trigo integral, 4 gotas de baunilha e por fim 4 colheres (chá) de fermento para bolo.

Coloque a massa por cima do doce (a forma tem que estar untada e enfariada) e ponha para assar em forno médio por + ou - 40 minutos.

Você não vai se arrepender! Todo mundo vai dizer que vc já pode casar e se já é casada, vai "segurar" o marido pra sempre...rsrsrs

Ah! O doce de banana também pode ser substituído por doce de abacaxi...fica ótimo também!

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Panqueca maravilhosa sem ovos


Essa receita realmente é maravilhosa. Não precisa ter muita prática em panquecas pra fazer e dar certo.

Massa: Bater no liquidificador: 1 copo de farinha de trigo 2 colheres(sopa) de amido de milho, 1 colher (chá) de fermento, um copo de iogurte natural sem açúcar.

Bater todos os ingredientes e se achar a massa muito grossa, acrescente um pouquinho de leite. Untar a frigideira, deixá-la bem quente e derramar aos poucos a massa cobrindo toda a frigideira. Virar a massa e deixar dourar dos dois lados.

Recheio à gosto. Eu faço de abobrinha verde com provolone, molho de tomate por cima com um pouquinho de queijo parmesão. Como essa receita dá ceca de 7 panquecas, não preciso nem dizer que eu tenho que dobrar a receita...